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2951597 Detalhe de motocicleta estacionada com baú de transporte da empresa BiBi Delivery. O serviço de entrega por aplicativos e plataformas digitais representa uma das principais formas de logística de proximidade e geração de renda no setor de serviços do interior paulista
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2951628 Detalhe de motocicleta estacionada com baú de transporte da empresa BiBi Delivery. O serviço de entrega por aplicativos e plataformas digitais representa uma das principais formas de logística de proximidade e geração de renda no setor de serviços do interior paulista
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2952505 Coleta de lixo reciclado residencial. Gari. Lixeiro. Caminhão de lixo da prefeitura em rua residencial. Limpeza. Serviço público. Na foto, gari trabalhando. Coleta. Reciclagem.
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2952508 Coleta de lixo reciclado residencial. Caminhão de lixo da prefeitura em rua residencial. Limpeza. Serviço público.Na foto, caminhão de coleta reciclagem. Coleta.
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2952507 Coleta de lixo reciclado residencial. Gari. Lixeiro. Caminhão de lixo da prefeitura em rua residencial. Limpeza. Serviço público. Reciclagem.Na foto, gari trabalhando. Coleta.
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2952506 Coleta de lixo reciclado residencial. Gari. Lixeiro. Limpeza. Serviço público. Na foto, gari trabalhando. Coleta.
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2948167 Viatura da Policia de São Paulo.
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2948165 Placa com o logo da Sabesp em São Paujlo
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2948168 Viatura da Policia de São Paulo.
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2948166 Viatura da Policia de São Paulo.
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2930863 Sustentabilidade. Fruta. Alimentação saudável. Cacho de banana prata orgânica, embalado com etiqueta certificação de produto organico. Selo orgânico. Banana.
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2930862 Sustentabilidade. Fruta. Alimentação saudável. Cacho de banana prata orgânica, embalado com etiqueta certificação de produto organico. Selo orgânico. Banana.
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2930861 Sustentabilidade. Fruta. Alimentação saudável. Cacho de banana prata orgânica, embalado com etiqueta certificação de produto organico. Selo orgânico. Banana.
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2930859 Sustentabilidade. Fruta. Alimentação saudável. Cacho de banana prata orgânica, embalado com etiqueta certificação de produto organico. Selo orgânico. Banana.
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2930860 Sustentabilidade. Fruta. Alimentação saudável. Cacho de banana prata orgânica, embalado com etiqueta certificação de produto organico. Selo orgânico. Banana.
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2930305 Detalhe da sinalização do Programa Farmácia Popular do Brasil em estabelecimento credenciado no centro de Marília, interior de São Paulo. Criado em 2004 e reformulado em 2023, o programa é uma estratégia do Governo Federal para garantir a continuidade do tratamento de doenças crônicas, utilizando a capilaridade das farmácias privadas para complementar a rede pública.A imagem destaca a oferta de medicamentos gratuitos para o controle da asma, diabetes e hipertensão, além de mencionar tratamentos com até 90% de desconto para outras condições. Atualmente, o programa também integra benefícios do Bolsa Família, oferecendo gratuidade total em todos os 40 medicamentos da lista para os beneficiários do auxílio, além de disponibilizar absorventes através do programa de Dignidade Menstrual. A iniciativa é considerada essencial para reduzir o impacto financeiro na renda das famílias brasileiras e diminuir as internações hospitalares decorrentes da falta de medicação.
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2930071 A Kokedama (do japonês Koke, musgo, e Dama, bola) é uma técnica milenar japonesa que consiste em cultivar plantas dentro de uma esfera de substrato e musgo, eliminando a necessidade de vasos convencionais. Originada como uma alternativa acessível ao bonsai, essa arte transforma a planta em uma escultura natural que pode ser exibida sobre superfícies ou suspensa, criando um efeito de "jardim flutuante". Na foto, um Asplênio Crissie (Asplenium nidus 'Crissie'), uma samambaia ornamental cultivada na técnica japonesa Kokedama.
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2930074 A Kokedama (do japonês Koke, musgo, e Dama, bola) é uma técnica milenar japonesa que consiste em cultivar plantas dentro de uma esfera de substrato e musgo, eliminando a necessidade de vasos convencionais. Originada como uma alternativa acessível ao bonsai, essa arte transforma a planta em uma escultura natural que pode ser exibida sobre superfícies ou suspensa, criando um efeito de "jardim flutuante". Na foto, um Asplênio Crissie (Asplenium nidus 'Crissie'), uma samambaia ornamental cultivada na técnica japonesa Kokedama.
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2930047 A Kokedama (do japonês Koke, musgo, e Dama, bola) é uma técnica milenar japonesa que consiste em cultivar plantas dentro de uma esfera de substrato e musgo, eliminando a necessidade de vasos convencionais. Originada como uma alternativa acessível ao bonsai, essa arte transforma a planta em uma escultura natural que pode ser exibida sobre superfícies ou suspensa, criando um efeito de "jardim flutuante". Na foto, um Asplênio Crissie (Asplenium nidus 'Crissie'), uma samambaia ornamental cultivada na técnica japonesa Kokedama.
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2930046 A Kokedama (do japonês Koke, musgo, e Dama, bola) é uma técnica milenar japonesa que consiste em cultivar plantas dentro de uma esfera de substrato e musgo, eliminando a necessidade de vasos convencionais. Originada como uma alternativa acessível ao bonsai, essa arte transforma a planta em uma escultura natural que pode ser exibida sobre superfícies ou suspensa, criando um efeito de "jardim flutuante". Na foto, um Asplênio Crissie (Asplenium nidus 'Crissie'), uma samambaia ornamental cultivada na técnica japonesa Kokedama.
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2930045 A Kokedama (do japonês Koke, musgo, e Dama, bola) é uma técnica milenar japonesa que consiste em cultivar plantas dentro de uma esfera de substrato e musgo, eliminando a necessidade de vasos convencionais. Originada como uma alternativa acessível ao bonsai, essa arte transforma a planta em uma escultura natural que pode ser exibida sobre superfícies ou suspensa, criando um efeito de "jardim flutuante". Na foto, um Asplênio Crissie (Asplenium nidus 'Crissie'), uma samambaia ornamental cultivada na técnica japonesa Kokedama.
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2930044 A Kokedama (do japonês Koke, musgo, e Dama, bola) é uma técnica milenar japonesa que consiste em cultivar plantas dentro de uma esfera de substrato e musgo, eliminando a necessidade de vasos convencionais. Originada como uma alternativa acessível ao bonsai, essa arte transforma a planta em uma escultura natural que pode ser exibida sobre superfícies ou suspensa, criando um efeito de "jardim flutuante". Na foto, um Asplênio Crissie (Asplenium nidus 'Crissie'), uma samambaia ornamental cultivada na técnica japonesa Kokedama.
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2930043 A Kokedama (do japonês Koke, musgo, e Dama, bola) é uma técnica milenar japonesa que consiste em cultivar plantas dentro de uma esfera de substrato e musgo, eliminando a necessidade de vasos convencionais. Originada como uma alternativa acessível ao bonsai, essa arte transforma a planta em uma escultura natural que pode ser exibida sobre superfícies ou suspensa, criando um efeito de "jardim flutuante". Na foto, um Asplênio Crissie (Asplenium nidus 'Crissie'), uma samambaia ornamental cultivada na técnica japonesa Kokedama.
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2930073 A Kokedama (do japonês Koke, musgo, e Dama, bola) é uma técnica milenar japonesa que consiste em cultivar plantas dentro de uma esfera de substrato e musgo, eliminando a necessidade de vasos convencionais. Originada como uma alternativa acessível ao bonsai, essa arte transforma a planta em uma escultura natural que pode ser exibida sobre superfícies ou suspensa, criando um efeito de "jardim flutuante". Na foto, um Asplênio Crissie (Asplenium nidus 'Crissie'), uma samambaia ornamental cultivada na técnica japonesa Kokedama.
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2930072 A Kokedama (do japonês Koke, musgo, e Dama, bola) é uma técnica milenar japonesa que consiste em cultivar plantas dentro de uma esfera de substrato e musgo, eliminando a necessidade de vasos convencionais. Originada como uma alternativa acessível ao bonsai, essa arte transforma a planta em uma escultura natural que pode ser exibida sobre superfícies ou suspensa, criando um efeito de "jardim flutuante". Na foto, um Asplênio Crissie (Asplenium nidus 'Crissie'), uma samambaia ornamental cultivada na técnica japonesa Kokedama.
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2930070 A Kokedama (do japonês Koke, musgo, e Dama, bola) é uma técnica milenar japonesa que consiste em cultivar plantas dentro de uma esfera de substrato e musgo, eliminando a necessidade de vasos convencionais. Originada como uma alternativa acessível ao bonsai, essa arte transforma a planta em uma escultura natural que pode ser exibida sobre superfícies ou suspensa, criando um efeito de "jardim flutuante". Na foto, um Asplênio Crissie (Asplenium nidus 'Crissie'), uma samambaia ornamental cultivada na técnica japonesa Kokedama.
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2930075 Dois urubus a distancia se empoleiram em um poste branco e um telhado velho enquanto observam em sua volta, proximo a estação Jurubatuba em são paulo SP.
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2930080 Dois urubus a distancia se empoleiram em um poste branco e um telhado velho enquanto observam em sua volta, proximo a estação Jurubatuba em são paulo SP.
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2930079 Dois urubus a distancia se empoleiram em um poste branco e um telhado velho enquanto observam em sua volta, proximo a estação Jurubatuba em são paulo SP.
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2930078 Dois urubus a distancia se empoleiram em um poste branco e um telhado velho enquanto observam em sua volta, proximo a estação Jurubatuba em são paulo SP.
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2930077 Dois urubus a distancia se empoleiram em um poste branco e um telhado velho enquanto observam em sua volta, proximo a estação Jurubatuba em são paulo SP.
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2930076 Dois urubus a distancia se empoleiram em um poste branco e um telhado velho enquanto observam em sua volta, proximo a estação Jurubatuba em são paulo SP.
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2929905 A imagem mostra uma aranha tecedeira de seda dourada, cientificamente conhecida como Trichonephila clavipes, popularmente chamada de aranha-do-fio-de-ouro ou aranha-banana. Apesar de serem peçonhentas, seu veneno não representa perigo significativo para humanos, causando apenas leve dor e vermelhidão no local da picada. Essas aranhas produzem teias muito resistentes e pegajosas, que podem atingir até 1 metro de diâmetro e apresentam uma coloração amarelada característica. Quanto ao comportamento, não são agressivas e costumam permanecer em suas teias, onde capturam e se alimentam de insetos voadores, como borboletas e mariposas.
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2929892 A imagem mostra uma aranha tecedeira de seda dourada, cientificamente conhecida como Trichonephila clavipes, popularmente chamada de aranha-do-fio-de-ouro ou aranha-banana. Apesar de serem peçonhentas, seu veneno não representa perigo significativo para humanos, causando apenas leve dor e vermelhidão no local da picada. Essas aranhas produzem teias muito resistentes e pegajosas, que podem atingir até 1 metro de diâmetro e apresentam uma coloração amarelada característica. Quanto ao comportamento, não são agressivas e costumam permanecer em suas teias, onde capturam e se alimentam de insetos voadores, como borboletas e mariposas.
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2929891 A imagem mostra uma aranha tecedeira de seda dourada, cientificamente conhecida como Trichonephila clavipes, popularmente chamada de aranha-do-fio-de-ouro ou aranha-banana. Apesar de serem peçonhentas, seu veneno não representa perigo significativo para humanos, causando apenas leve dor e vermelhidão no local da picada. Essas aranhas produzem teias muito resistentes e pegajosas, que podem atingir até 1 metro de diâmetro e apresentam uma coloração amarelada característica. Quanto ao comportamento, não são agressivas e costumam permanecer em suas teias, onde capturam e se alimentam de insetos voadores, como borboletas e mariposas.
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2929904 A imagem mostra uma aranha tecedeira de seda dourada, cientificamente conhecida como Trichonephila clavipes, popularmente chamada de aranha-do-fio-de-ouro ou aranha-banana. Apesar de serem peçonhentas, seu veneno não representa perigo significativo para humanos, causando apenas leve dor e vermelhidão no local da picada. Essas aranhas produzem teias muito resistentes e pegajosas, que podem atingir até 1 metro de diâmetro e apresentam uma coloração amarelada característica. Quanto ao comportamento, não são agressivas e costumam permanecer em suas teias, onde capturam e se alimentam de insetos voadores, como borboletas e mariposas.
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2929903 A imagem mostra uma aranha tecedeira de seda dourada, cientificamente conhecida como Trichonephila clavipes, popularmente chamada de aranha-do-fio-de-ouro ou aranha-banana. Apesar de serem peçonhentas, seu veneno não representa perigo significativo para humanos, causando apenas leve dor e vermelhidão no local da picada. Essas aranhas produzem teias muito resistentes e pegajosas, que podem atingir até 1 metro de diâmetro e apresentam uma coloração amarelada característica. Quanto ao comportamento, não são agressivas e costumam permanecer em suas teias, onde capturam e se alimentam de insetos voadores, como borboletas e mariposas.
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2929890 A imagem mostra uma aranha tecedeira de seda dourada, cientificamente conhecida como Trichonephila clavipes, popularmente chamada de aranha-do-fio-de-ouro ou aranha-banana. Apesar de serem peçonhentas, seu veneno não representa perigo significativo para humanos, causando apenas leve dor e vermelhidão no local da picada. Essas aranhas produzem teias muito resistentes e pegajosas, que podem atingir até 1 metro de diâmetro e apresentam uma coloração amarelada característica. Quanto ao comportamento, não são agressivas e costumam permanecer em suas teias, onde capturam e se alimentam de insetos voadores, como borboletas e mariposas.
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2929889 A imagem mostra uma aranha tecedeira de seda dourada, cientificamente conhecida como Trichonephila clavipes, popularmente chamada de aranha-do-fio-de-ouro ou aranha-banana. Apesar de serem peçonhentas, seu veneno não representa perigo significativo para humanos, causando apenas leve dor e vermelhidão no local da picada. Essas aranhas produzem teias muito resistentes e pegajosas, que podem atingir até 1 metro de diâmetro e apresentam uma coloração amarelada característica. Quanto ao comportamento, não são agressivas e costumam permanecer em suas teias, onde capturam e se alimentam de insetos voadores, como borboletas e mariposas.
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2929888 A imagem mostra uma aranha tecedeira de seda dourada, cientificamente conhecida como Trichonephila clavipes, popularmente chamada de aranha-do-fio-de-ouro ou aranha-banana. Apesar de serem peçonhentas, seu veneno não representa perigo significativo para humanos, causando apenas leve dor e vermelhidão no local da picada. Essas aranhas produzem teias muito resistentes e pegajosas, que podem atingir até 1 metro de diâmetro e apresentam uma coloração amarelada característica. Quanto ao comportamento, não são agressivas e costumam permanecer em suas teias, onde capturam e se alimentam de insetos voadores, como borboletas e mariposas.
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2929887 A imagem mostra uma aranha tecedeira de seda dourada, cientificamente conhecida como Trichonephila clavipes, popularmente chamada de aranha-do-fio-de-ouro ou aranha-banana. Apesar de serem peçonhentas, seu veneno não representa perigo significativo para humanos, causando apenas leve dor e vermelhidão no local da picada. Essas aranhas produzem teias muito resistentes e pegajosas, que podem atingir até 1 metro de diâmetro e apresentam uma coloração amarelada característica. Quanto ao comportamento, não são agressivas e costumam permanecer em suas teias, onde capturam e se alimentam de insetos voadores, como borboletas e mariposas.
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2929886 A imagem mostra uma aranha tecedeira de seda dourada, cientificamente conhecida como Trichonephila clavipes, popularmente chamada de aranha-do-fio-de-ouro ou aranha-banana. Apesar de serem peçonhentas, seu veneno não representa perigo significativo para humanos, causando apenas leve dor e vermelhidão no local da picada. Essas aranhas produzem teias muito resistentes e pegajosas, que podem atingir até 1 metro de diâmetro e apresentam uma coloração amarelada característica. Quanto ao comportamento, não são agressivas e costumam permanecer em suas teias, onde capturam e se alimentam de insetos voadores, como borboletas e mariposas.
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2930052 A imagem mostra uma aranha tecedeira de seda dourada, cientificamente conhecida como Trichonephila clavipes, popularmente chamada de aranha-do-fio-de-ouro ou aranha-banana. Apesar de serem peçonhentas, seu veneno não representa perigo significativo para humanos, causando apenas leve dor e vermelhidão no local da picada. Essas aranhas produzem teias muito resistentes e pegajosas, que podem atingir até 1 metro de diâmetro e apresentam uma coloração amarelada característica. Quanto ao comportamento, não são agressivas e costumam permanecer em suas teias, onde capturam e se alimentam de insetos voadores, como borboletas e mariposas.
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2930051 A imagem mostra uma aranha tecedeira de seda dourada, cientificamente conhecida como Trichonephila clavipes, popularmente chamada de aranha-do-fio-de-ouro ou aranha-banana. Apesar de serem peçonhentas, seu veneno não representa perigo significativo para humanos, causando apenas leve dor e vermelhidão no local da picada. Essas aranhas produzem teias muito resistentes e pegajosas, que podem atingir até 1 metro de diâmetro e apresentam uma coloração amarelada característica. Quanto ao comportamento, não são agressivas e costumam permanecer em suas teias, onde capturam e se alimentam de insetos voadores, como borboletas e mariposas.
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2930050 A imagem mostra uma aranha tecedeira de seda dourada, cientificamente conhecida como Trichonephila clavipes, popularmente chamada de aranha-do-fio-de-ouro ou aranha-banana. Apesar de serem peçonhentas, seu veneno não representa perigo significativo para humanos, causando apenas leve dor e vermelhidão no local da picada. Essas aranhas produzem teias muito resistentes e pegajosas, que podem atingir até 1 metro de diâmetro e apresentam uma coloração amarelada característica. Quanto ao comportamento, não são agressivas e costumam permanecer em suas teias, onde capturam e se alimentam de insetos voadores, como borboletas e mariposas.
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2930049 A imagem mostra uma aranha tecedeira de seda dourada, cientificamente conhecida como Trichonephila clavipes, popularmente chamada de aranha-do-fio-de-ouro ou aranha-banana. Apesar de serem peçonhentas, seu veneno não representa perigo significativo para humanos, causando apenas leve dor e vermelhidão no local da picada. Essas aranhas produzem teias muito resistentes e pegajosas, que podem atingir até 1 metro de diâmetro e apresentam uma coloração amarelada característica. Quanto ao comportamento, não são agressivas e costumam permanecer em suas teias, onde capturam e se alimentam de insetos voadores, como borboletas e mariposas.
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2930048 A imagem mostra uma aranha tecedeira de seda dourada, cientificamente conhecida como Trichonephila clavipes, popularmente chamada de aranha-do-fio-de-ouro ou aranha-banana. Apesar de serem peçonhentas, seu veneno não representa perigo significativo para humanos, causando apenas leve dor e vermelhidão no local da picada. Essas aranhas produzem teias muito resistentes e pegajosas, que podem atingir até 1 metro de diâmetro e apresentam uma coloração amarelada característica. Quanto ao comportamento, não são agressivas e costumam permanecer em suas teias, onde capturam e se alimentam de insetos voadores, como borboletas e mariposas.
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2930003 O percevejo-do-maracujá (Diactor bilineatus), conhecido pelas pernas traseiras foliares e cor verde com listras laranjas, é uma praga severa que suga a seiva de frutos, flores e brotos, causando murchamento, deformação, queda de botões e redução drástica da produção. O controle eficiente envolve o uso de óleo de Neem, calda de sabão ou inseticidas específicos.
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2930053 O percevejo-do-maracujá (Diactor bilineatus), conhecido pelas pernas traseiras foliares e cor verde com listras laranjas, é uma praga severa que suga a seiva de frutos, flores e brotos, causando murchamento, deformação, queda de botões e redução drástica da produção. O controle eficiente envolve o uso de óleo de Neem, calda de sabão ou inseticidas específicos.
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2930035 O percevejo-do-maracujá (Diactor bilineatus), conhecido pelas pernas traseiras foliares e cor verde com listras laranjas, é uma praga severa que suga a seiva de frutos, flores e brotos, causando murchamento, deformação, queda de botões e redução drástica da produção. O controle eficiente envolve o uso de óleo de Neem, calda de sabão ou inseticidas específicos.
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2930034 O percevejo-do-maracujá (Diactor bilineatus), conhecido pelas pernas traseiras foliares e cor verde com listras laranjas, é uma praga severa que suga a seiva de frutos, flores e brotos, causando murchamento, deformação, queda de botões e redução drástica da produção. O controle eficiente envolve o uso de óleo de Neem, calda de sabão ou inseticidas específicos.
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2930033 O percevejo-do-maracujá (Diactor bilineatus), conhecido pelas pernas traseiras foliares e cor verde com listras laranjas, é uma praga severa que suga a seiva de frutos, flores e brotos, causando murchamento, deformação, queda de botões e redução drástica da produção. O controle eficiente envolve o uso de óleo de Neem, calda de sabão ou inseticidas específicos.
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2930004 O percevejo-do-maracujá (Diactor bilineatus), conhecido pelas pernas traseiras foliares e cor verde com listras laranjas, é uma praga severa que suga a seiva de frutos, flores e brotos, causando murchamento, deformação, queda de botões e redução drástica da produção. O controle eficiente envolve o uso de óleo de Neem, calda de sabão ou inseticidas específicos.
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2930032 O percevejo-do-maracujá (Diactor bilineatus), conhecido pelas pernas traseiras foliares e cor verde com listras laranjas, é uma praga severa que suga a seiva de frutos, flores e brotos, causando murchamento, deformação, queda de botões e redução drástica da produção. O controle eficiente envolve o uso de óleo de Neem, calda de sabão ou inseticidas específicos.
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2930031 O percevejo-do-maracujá (Diactor bilineatus), conhecido pelas pernas traseiras foliares e cor verde com listras laranjas, é uma praga severa que suga a seiva de frutos, flores e brotos, causando murchamento, deformação, queda de botões e redução drástica da produção. O controle eficiente envolve o uso de óleo de Neem, calda de sabão ou inseticidas específicos.
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2926561 Em cima de poste eletrico rola (ave da família Columbidae) encolhe pescoço para observar o melhor possiveis perigos na rua nesta manhã de quinta (16)
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2926560 Em cima de poste eletrico rolinha observa movimento na rua nesta quinta feira (16)
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2926559 Em cima de poste eletrico rola estica o pescoço para observar coisas possivelmente curiosas no chão nesta quinta feira (16)
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2926558 Rola descança encolhida de jeito fofo em cima de poste e observa o entorno nesta quinta feira (16)
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2926557 Em cima de fio eletrico rola (ave da família Columbidae) descança enquanto se aproxima de poste para repousar quinta feira (16)
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2926556 Em cima de fio eletrico rola (ave da família Columbidae) aproveita os primeiros raios da manhã nesta quinta feira (16)
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2922106 Preço do self-service pode dobrar de uma região para outra em São Paulo. A imagem mostra valores no centro da cidade.
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2922107 Preço do self-service pode dobrar de uma região para outra em São Paulo. A imagem mostra valores no centro da cidade.
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2922105 Preço do self-service pode dobrar de uma região para outra em São Paulo. A imagem mostra valores no centro da cidade.
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2922113 Orelhão, telefone público, localizado na Rua Marques de Paranaguá x Rua Augusta, região central de São Paulo. Devido à popularização da telefonia móvel, os orelhões começaram a ser removidos em 2026, com previsão de extinção total até 2028, restando apenas em áreas remotas.
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2922114 Orelhão, telefone público, localizado na Rua Marques de Paranaguá x Rua Augusta, região central de São Paulo. Devido à popularização da telefonia móvel, os orelhões começaram a ser removidos em 2026, com previsão de extinção total até 2028, restando apenas em áreas remotas.
DC
2922125 Orelhão, telefone público, localizado na Rua Marques de Paranaguá x Rua Augusta, região central de São Paulo. Devido à popularização da telefonia móvel, os orelhões começaram a ser removidos em 2026, com previsão de extinção total até 2028, restando apenas em áreas remotas.
DC
2922115 Orelhão, telefone público, localizado na Rua Marques de Paranaguá x Rua Augusta, região central de São Paulo. Devido à popularização da telefonia móvel, os orelhões começaram a ser removidos em 2026, com previsão de extinção total até 2028, restando apenas em áreas remotas.
DC
2922112 Orelhão, telefone público, localizado na Rua Marques de Paranaguá x Rua Augusta, região central de São Paulo. Devido à popularização da telefonia móvel, os orelhões começaram a ser removidos em 2026, com previsão de extinção total até 2028, restando apenas em áreas remotas.
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2921537 Brecheret. Bandeirantes. Monumento às Bandeiras, obra em granito de Victor Brecheret no Parque do Ibirapuera. Ibirapuera. Monumento. às. Bandeiras. Inaugurada durante as comemorações do IV Centenário da cidade de São Paulo, em 1953.
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2921536 Brecheret. Bandeirantes. Monumento às Bandeiras, obra em granito de Victor Brecheret no Parque do Ibirapuera. Ibirapuera. Monumento. às. Bandeiras. Inaugurada durante as comemorações do IV Centenário da cidade de São Paulo, em 1953.
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2921535 Brecheret. Bandeirantes. Monumento às Bandeiras, obra em granito de Victor Brecheret no Parque do Ibirapuera. Ibirapuera. Monumento. às. Bandeiras. Inaugurada durante as comemorações do IV Centenário da cidade de São Paulo, em 1953.
DC
2921534 Brecheret. Bandeirantes. Monumento às Bandeiras, obra em granito de Victor Brecheret no Parque do Ibirapuera. Ibirapuera. Monumento. às. Bandeiras. Inaugurada durante as comemorações do IV Centenário da cidade de São Paulo, em 1953.
DC
2921544 Brecheret. Bandeirantes. Monumento às Bandeiras, obra em granito de Victor Brecheret no Parque do Ibirapuera. Ibirapuera. Monumento. às. Bandeiras. Inaugurada durante as comemorações do IV Centenário da cidade de São Paulo, em 1953. Pássaro.
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2921533 Brecheret. Bandeirantes. Monumento às Bandeiras, obra em granito de Victor Brecheret no Parque do Ibirapuera. Ibirapuera. Monumento. às. Bandeiras. Inaugurada durante as comemorações do IV Centenário da cidade de São Paulo, em 1953.
DC
2921543 Brecheret. Bandeirantes. Monumento às Bandeiras, obra em granito de Victor Brecheret no Parque do Ibirapuera. Ibirapuera. Monumento. às. Bandeiras. Inaugurada durante as comemorações do IV Centenário da cidade de São Paulo, em 1953.
DC
2921542 Brecheret. Bandeirantes. Monumento às Bandeiras, obra em granito de Victor Brecheret no Parque do Ibirapuera. Ibirapuera. Monumento. às. Bandeiras. Inaugurada durante as comemorações do IV Centenário da cidade de São Paulo, em 1953.
DC
2921541 Brecheret. Bandeirantes. Monumento às Bandeiras, obra em granito de Victor Brecheret no Parque do Ibirapuera. Ibirapuera. Monumento. às. Bandeiras. Inaugurada durante as comemorações do IV Centenário da cidade de São Paulo, em 1953.
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2921540 Brecheret. Bandeirantes. Monumento às Bandeiras, obra em granito de Victor Brecheret no Parque do Ibirapuera. Ibirapuera. Monumento. às. Bandeiras. Inaugurada durante as comemorações do IV Centenário da cidade de São Paulo, em 1953.
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2921548 Brecheret. Bandeirantes. Monumento às Bandeiras, obra em granito de Victor Brecheret no Parque do Ibirapuera. Ibirapuera. Monumento. às. Bandeiras. Inaugurada durante as comemorações do IV Centenário da cidade de São Paulo, em 1953.
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2921547 Brecheret. Bandeirantes. Monumento às Bandeiras, obra em granito de Victor Brecheret no Parque do Ibirapuera. Ibirapuera. Monumento. às. Bandeiras. Inaugurada durante as comemorações do IV Centenário da cidade de São Paulo, em 1953.
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2921550 Brecheret. Bandeirantes. Monumento às Bandeiras, obra em granito de Victor Brecheret no Parque do Ibirapuera. Ibirapuera. Monumento. às. Bandeiras. Inaugurada durante as comemorações do IV Centenário da cidade de São Paulo, em 1953.
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2921549 Brecheret. Bandeirantes. Monumento às Bandeiras, obra em granito de Victor Brecheret no Parque do Ibirapuera. Ibirapuera. Monumento. às. Bandeiras. Inaugurada durante as comemorações do IV Centenário da cidade de São Paulo, em 1953.
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2921546 Brecheret. Bandeirantes. Monumento às Bandeiras, obra em granito de Victor Brecheret no Parque do Ibirapuera. Ibirapuera. Monumento. às. Bandeiras. Inaugurada durante as comemorações do IV Centenário da cidade de São Paulo, em 1953.
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2921545 Brecheret. Bandeirantes. Monumento às Bandeiras, obra em granito de Victor Brecheret no Parque do Ibirapuera. Ibirapuera. Monumento. às. Bandeiras. Inaugurada durante as comemorações do IV Centenário da cidade de São Paulo, em 1953.
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2921539 Brecheret. Bandeirantes. Monumento às Bandeiras, obra em granito de Victor Brecheret no Parque do Ibirapuera. Ibirapuera. Monumento. às. Bandeiras. Inaugurada durante as comemorações do IV Centenário da cidade de São Paulo, em 1953.
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2921538 Brecheret. Bandeirantes. Monumento às Bandeiras, obra em granito de Victor Brecheret no Parque do Ibirapuera. Ibirapuera. Monumento. às. Bandeiras. Inaugurada durante as comemorações do IV Centenário da cidade de São Paulo, em 1953.
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2921532 Brecheret. Bandeirantes. Monumento às Bandeiras, obra em granito de Victor Brecheret no Parque do Ibirapuera. Ibirapuera. Monumento. às. Bandeiras. Inaugurada durante as comemorações do IV Centenário da cidade de São Paulo, em 1953.
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2919948 Futebol e Copa do Mundo. Interior de loja de material esportivo. Camisa Seleção Brasileira. Copa. Mundo. Loja na capital paulista. Imagem capturada por celular. Na foto, ítens relativos a seleção de futebol masculina, meia, bola oficial, meia e boné.
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2919947 Futebol e Copa do Mundo. Interior de loja de material esportivo. Camisa Seleção Brasileira. Copa. Mundo. Loja na capital paulista. Imagem capturada por celular. Na foto, chuteira e bola oficial.
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2919946 Futebol e Copa do Mundo. Interior de loja de material esportivo. Camisa Seleção Brasileira. Copa. Mundo. Loja na capital paulista. Imagem capturada por celular. Na foto, ítens relativos a seleção de futebol masculina
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2919945 Futebol e Copa do Mundo. Interior de loja de material esportivo. Camisa Seleção Brasileira. Copa. Mundo. Loja na capital paulista. Imagem capturada por celular. Na foto, chuteira, bola oficial e camisa da seleção de futebol masculina.
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2919944 Futebol e Copa do Mundo. Interior de loja de material esportivo. Camisa Seleção Brasileira. Copa. Mundo. Loja na capital paulista. Imagem capturada por celular. Na foto, ítens relativos a seleção de futebol masculina, bola oficial e camisa.
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2916718 Grafite pintado em homenagem à professora da URFJ, bióloga e pesquisadora Tatiana Coelho de Sampaio em São Paulo. O mural pintado parabeniza Tatiana que ficou nacionamento conhecida por seu trabalho acerca da polilaminina, molécula em estudo que pode reverter lesões medulares. A pesquisadora tornou-se uma das mais respeitadas e conhecidas pesquisadoras do Brasil. São Paulo, 01 de Abril de 2026.
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2916717 Grafite pintado em homenagem à professora da URFJ, bióloga e pesquisadora Tatiana Coelho de Sampaio em São Paulo. O mural pintado parabeniza Tatiana que ficou nacionamento conhecida por seu trabalho acerca da polilaminina, molécula em estudo que pode reverter lesões medulares. A pesquisadora tornou-se uma das mais respeitadas e conhecidas pesquisadoras do Brasil. São Paulo, 01 de Abril de 2026.
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2916716 Grafite pintado em homenagem à professora da URFJ, bióloga e pesquisadora Tatiana Coelho de Sampaio em São Paulo. O mural pintado parabeniza Tatiana que ficou nacionamento conhecida por seu trabalho acerca da polilaminina, molécula em estudo que pode reverter lesões medulares. A pesquisadora tornou-se uma das mais respeitadas e conhecidas pesquisadoras do Brasil. São Paulo, 01 de Abril de 2026.
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2916715 Grafite pintado em homenagem à professora da URFJ, bióloga e pesquisadora Tatiana Coelho de Sampaio em São Paulo. O mural pintado parabeniza Tatiana que ficou nacionamento conhecida por seu trabalho acerca da polilaminina, molécula em estudo que pode reverter lesões medulares. A pesquisadora tornou-se uma das mais respeitadas e conhecidas pesquisadoras do Brasil. São Paulo, 01 de Abril de 2026.
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2914824 Orelhão, oficialmente telefone de uso público é o nome dado para protetores de telefones públicos, projetado pela arquiteta e designer sino-brasileira, Chu Ming Silveira. Lançado em 4 de abril de 1972, inicialmente nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo.
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2914825 Orelhão, oficialmente telefone de uso público é o nome dado para protetores de telefones públicos, projetado pela arquiteta e designer sino-brasileira, Chu Ming Silveira. Lançado em 4 de abril de 1972, inicialmente nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo.
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2914774 Orelhão, oficialmente telefone de uso público é o nome dado para protetores de telefones públicos, projetado pela arquiteta e designer sino-brasileira, Chu Ming Silveira. Lançado em 4 de abril de 1972, inicialmente nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo.
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