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Familiares e amigos homenageiam o metalúrgico Santo Dias da Silva, que foi morto pela polícia militar em 30 de Outubro de 1979, a manifestação que também conta com integrantes da igreja católica cé realizada entre a Rua Quararibéia até o Cemitério Campo Grande, em Santo Amaro. O lider operário ligado a causa dos metalúrgicos e da pastoral operária participava de um piquete de greve organizada por metalúrgicos de São Paulo, mais precisamene em Santo Amaro, na região sul da capital. O metalúrgico foi atingido à época por tiros disparados por um policial militar durante uma passeata entre fábricas com destino a Sylvania, empresa fabricante de lâmpadas. Santo Dias se transformou em símbolo da luta da causa operária e dos trabalhadores por melhores condições e contra a ditadura militar. Todo dia 30 de outubro a família e entidades sindicais ligados à luta do trabalhador se reúnem em passeata do local onde Santo Dias foi morto. Além de familiares, estiveram presentes Eduardo Suplicy e Paulo Galo (que ficou conhecido por colocar fogo na estátua do Borba Gato). A passeata foi realizada em Santo Amaro, na tarde desta sexta-feira, 30 de Outubro de 2026.
DC