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266765 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266764 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266763 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266762 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266761 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266760 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266759 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266758 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266757 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266769 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266768 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266767 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266766 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266161 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266160 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266243 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266159 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266158 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266242 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266241 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266240 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266157 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266239 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266156 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266155 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266154 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266153 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266152 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266151 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266238 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266150 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266149 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266237 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266236 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266148 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266147 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266146 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266145 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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266144 Moradores da ocupação Maua e estudantes da Faculdade de Arquitetura da USP, fazem protesto em frente do prédio na tarde deste domingo, contra a reintegração de posse. No último dia 20 de marco, oficial de justiça entregou liminar de reintegração de posse da ocupado. A justiça alegou que as famílias desobedeceram a ordem de despejo da primeira ocupação do imóvel no ano de 2003, quando ficaram apenas 40 dias. O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), que coordena a ocupação, entrou com mandado de segurança para anular a decisão, mas foi negado. As lideranças dizem terem sido pegas de surpresa com a decisão da justiça, devido as negociações com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional de Urbano (CDHU) e Secretaria de Habitação (SeHab), ambas favoráveis aos projetos apresentados pelo movimento para a reforma do edifício e adaptação a moradia. O prédio acumula dividas em impostos desde 1973 em torno de R$2,5 milhões e seria demolido pela prefeitura. De acordo com lideranças do movimento, após ocupação, a prefeitura decidiu destinar a área para habitação de interesse social. Atualmente, a ocupação abriga aproximadamente 240 famílias que vivem desde 25 de marco de 2007 no local. São Paulo/SP, Brasil. 04/05/2012. Foto: Anderson Barbosa / Fotoarena
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